Tuesday, November 21, 2006
Saturday, November 18, 2006
Friday, November 17, 2006
Vernissage no Bunkier
Imaginando-me dentro das minhas obrigações como designer em formato de voluntariado, subsidiado, a ver vamos quando, fui com clareza e abertura de espírito a uma inauguração da nova expo no Bunkier. Esta veio completar os dois espaçõs periféricos da galeria, uma vez que o malfadado world press photo se encontra nas salas centrais, com no 1º andar um sr Lituano eimantas Narkevičius, com piquenas fotos de paisagens e espaços vazios contextualizadas com títulos enunciadores de uma acção em espera, assim como umas bonecadas em grafite mal contextualizadas, e também uns videos. Na cave, a Galeria Dolna, está agraciada com o trabalho de um, penso eu, Israelita Shahram Entekhabi que se inclui dentro de uma série de exposições chamadas transkultura, onde artistas de um pouco de todo lado são convidados para fazerem instalações, ou se preferírem, ocuparem a galeria a seu gosto, explorando o tema migração, emigração, e imigração. Este colega tem um paralelipípedo enorme à entrada com a palavra home recortada em ferro sobre uma caixa de luz, e tem um mapa do espaço desenhado a caneta para orientar o pessoal, que sinceramente estava muito engraçado, de seguida tem um espelho com 2m por 1m todo iluminado à volta com lâmpadas de 25w. O resto do trabalho (até agora eram só entroitos), são 5 videos onde o colega encarna 5 personagens, potenciais imigrantes e filma os mesmos em HD em cidades e assim, complementando com um video de estudio onde se disfarça de bombista cubano.
Se querem realmente saber, os últimos parágrafos não pretendem ser a motivação para a escrita deste post. O que se passou depois da inauguração é que é relevante, pena não ter máquina para o registar, à saída a directora pergunta-me já tem convite? E eu não, e espeta-me um convite para Às 7 e meia no café do museu. Ocapas. Vou buscar a arroz de cabidela que estava na bonecada em animação e pimbas, vamos que se faz tarde. A piquena põe o braço à volta do meu e entramos para um buffet gigantesco, cheio de queijos, saladas muito boas, salames e carninhas de qualidade, pão muito pão, e vinho estranhamente bom, tudo à pala. Empaturramo-nos até à exaustão, foi meia horinha dura, marcação cerrada, sentadinhos na mesita tarreca colada ao buffet, sempre à espreita do próximo carregamento de vinho. Foi um ver se te havias.
Deus abençoe a cultura.
Se querem realmente saber, os últimos parágrafos não pretendem ser a motivação para a escrita deste post. O que se passou depois da inauguração é que é relevante, pena não ter máquina para o registar, à saída a directora pergunta-me já tem convite? E eu não, e espeta-me um convite para Às 7 e meia no café do museu. Ocapas. Vou buscar a arroz de cabidela que estava na bonecada em animação e pimbas, vamos que se faz tarde. A piquena põe o braço à volta do meu e entramos para um buffet gigantesco, cheio de queijos, saladas muito boas, salames e carninhas de qualidade, pão muito pão, e vinho estranhamente bom, tudo à pala. Empaturramo-nos até à exaustão, foi meia horinha dura, marcação cerrada, sentadinhos na mesita tarreca colada ao buffet, sempre à espreita do próximo carregamento de vinho. Foi um ver se te havias.
Deus abençoe a cultura.
Thursday, November 16, 2006
Disliking Erasmus
Ontem fomos ver uma Jam Session a um Club de seu nome Awaria, com uma banda já previamente aprovada, o Vocalista dá-lhe certinho na harmónica, o que dá uma corzinha ao serão.
Em boa verdade ninguém tem culpa, aliás, nunca ninguém tem, e no enfiamento natural das coisas acabamos por aceitar tudo com complacência e sorriso escarlate. Mas ontem, após mais uma entrevista erasmus - de onde vens? (vou começar a responder Turquemistão, que o meu tetaravô era sefardita, e defender que o país faz parte da união europeia), o que fazes? (adoro esta, designer, museu, mmm....super interessante), como é que te chamas (o nome já é por si difícil para qualquer língua que não português, mas vou-lhe acrescentar qualquer terminação impronunciável e insistir até conseguir uma dicção sibilante) - que começa e termina a conversa, fiquei com um sentimento, Disliking Erasmus, e com vontade de conhecer autóctones indiscriminadamente e em catadupa. Ainda assim, há sempre um excepção à regra, há um inglês porreiro, já apelidado de Quim, apesar de ser só uma variação escrita do mesmo fonema, com o senso de humor que lhe é suposto ser natural, e a qualidade louvável de apreciar ser insultado sem critério, ou seja, You cunt para cima Dickhead para baixo, que nos faz sentir em casa.
Em boa verdade ninguém tem culpa, aliás, nunca ninguém tem, e no enfiamento natural das coisas acabamos por aceitar tudo com complacência e sorriso escarlate. Mas ontem, após mais uma entrevista erasmus - de onde vens? (vou começar a responder Turquemistão, que o meu tetaravô era sefardita, e defender que o país faz parte da união europeia), o que fazes? (adoro esta, designer, museu, mmm....super interessante), como é que te chamas (o nome já é por si difícil para qualquer língua que não português, mas vou-lhe acrescentar qualquer terminação impronunciável e insistir até conseguir uma dicção sibilante) - que começa e termina a conversa, fiquei com um sentimento, Disliking Erasmus, e com vontade de conhecer autóctones indiscriminadamente e em catadupa. Ainda assim, há sempre um excepção à regra, há um inglês porreiro, já apelidado de Quim, apesar de ser só uma variação escrita do mesmo fonema, com o senso de humor que lhe é suposto ser natural, e a qualidade louvável de apreciar ser insultado sem critério, ou seja, You cunt para cima Dickhead para baixo, que nos faz sentir em casa.
:)

Há dias em que parece correr tudo mal (bem nunca tudo mas dp dramatizo, porque ao menos o trabalho normalmente vai bem) em que ninguem fala ingles e passo dia todo em silencio aqui no atelier. Depois encontro o moelas no msn e desabafo depois ele desaparece e penso que nao tenho amigos.
Demais é quando vem todos ver o meu trabalhinho e comecam a falar em ingles mas rapidamente estao todos a falar em holandes sobre o que EU estou a fazer.... tiram-se conclusoes e depois dao-me o resumo. dou a minha opiniao e acontece que ja alguem tinha mostrado esse ponto de vista.
MAS hoje é diferente.
1- ontem a noite acabei de ler "and they shall know our velocity" do dave eggars que é o meu novo livro perferido. mal espero p ler o outro livro dele. (é o gajo do mcsweeny)
2- apesar do despertador n ter despertado por razoes ainda por descobrir, acordei a tempo de ainda ir correr antes de vir aqui e presenciei um levantar do sol lindo.
3- tinha feito um desenho p um dos putos de um dos bosses a celebrar o facto de ele ter perdido o primeiro dente de leite. Hoje o boss trouxe um desenho que ele fez p mim. muito bonito. e pelo vistos coisa de iniciativa do proprio puto. segundo diz o boss ele pediu para entregar a "menina" que lhe tinha feito o desenho.
4- mail da manuzinha em africazinha
5- o dia promete pois hoje ha festa num sitio qq no norte ainda outro perto de amsterdao. clientes aqui do studio... (isto nuuuuunca acontece) e vamos todos de carro. RoooooaAD TRRiiip!
6- tenho uma ilustracao online :) representando o studio, nao como individual, mas enfim é uma emocao.
vao ver
http://www.lecool.com/amsterdam/
clicar no read magazine em baixo a direita..
(engracado é pensar que nunca seria convidada para fazer a capa para o le cool de lisboa...)
Wednesday, November 15, 2006
music of the day, maybe the week
banda sonora p ultimo episodio do 6 ft under, e para noites sozinhas em den bosch.
Tuesday, November 14, 2006
Saturday, November 11, 2006
Subscribe to:
Posts (Atom)




